O uso de celulares e tablets está cada vez mais presente. “Até quando vamos dar desculpas para não nos adaptarmos a esta realidade mobile?”, pergunta Matt Bush, Diretor de Agências do Google UK.

Atualmente mais 40% das pessoas preferem navegar na internet pelo dispositivo móvel, ainda que as conversões no mobile sejam inferiores que as via desktop.

O Google verificou e constatou que quando falamos de vendas online, o consumidor ainda prefere finalizar sua compra no computador por preferir fazê-la numa tela maior onde as informações ficam mais claras.

O motivo disso é a deficiência de muitos sites na versão móbile, carregamento lento e fluxo de navegação ruim. Essa experiência ruim deixa o usuário frustrado e faz com que a venda e navegação pelo celular perca sua relevância.

Para o Google esta é a hora: adapte seu site para dispositivos móveis.

Cada vez mais as pessoas estão exigindo facilidade ao navegar na internet pelo celular. O que todos querem é praticidade e agilidade.

Para o Google, isso significa apenas uma coisa: as empresas que quiserem permanecer competitivas precisam priorizar a navegação móvel de seus sites.

 

É como resolvemos isso? Primeiro precisamos analisar o site:

 

  • Tempo de carregamento

Tempo é dinheiro, diz o ditado. No caso do seu site, quanto mais rápido ele for, mais venda pode trazer.

À medida que as tecnologias entregam soluções mais rápidas, as pessoas estão cada vez menos dispostas a esperar e isso se aplica também a sites de venda e institucionais.

Pelo celular um site leva, em média 15 segundos para carregar por completo e para o usuário que busca por informações, é tempo demais para esperar.

Sua marca pode ter um site incrível, mas se não se adaptar às novas tecnologias e exigências do usuário, perderá a competitividade online. A regra é clara: Não interessa “quem faz melhor”, interessa “quem faz melhor agora”.

O Google descobriu que aquele velho ditado citado acima é mais válido do que nunca.

Foi constatado que quando se trata de vendas online, um segundo (1s) a mais no tempo de carregamento de uma página pode influenciar as conversões mobile em até 20%.

Ou seja, de nada vale investir em mídias sociais se ao acessar seu site, o cliente desiste do acesso pela demora no carregamento.

Esse é o momento de avaliar seu site e reduzir cada segundo de espera do usuário. Quanto mais rápido seu site for, maior será a conversão móbile e conseqüentemente seu site será mais competitivo no ranqueamento.

 

  • A Experiência Mobile do Usuário

Cada vez mais os clientes buscam boas experiências ao navegar pela internet. Quando seu site está na tela do cliente ele busca praticidade para que seu desejo seja atendido. Quanto mais prático e funcional for seu site, maior a chance de uma conversão virar uma venda.

No móbile é muito importante que seu site se adéqüe a todos os dispositivos móveis para evitar que o usuário tenha algum impedimento ao acessar seu site.

É importante que o site seja responsivo e com conteúdos específicos para navegação móbile.

 

CONCLUSÃO

Quando uma marca está buscando conexão com o consumidor, tem obrigatoriamente que se preocupar com a experiência do consumidor no seu site. Cada vez mais o usuário está navegando pela internet através de seus dispositivos móveis e a empresa precisa se atentar e se preparar para isso.

O Google disse e devemos escutar: “Estamos na “era do ouro” da experiência do usuário, e qualquer coisa inferior a uma experiência rápida e fluida não irá sobreviver.”

Se você precisa adaptar seu site a essa nova realidade, fale conosco!

Fontes
1 Think with Google / Sem desculpas: hora de melhorar a experiência mobile da sua marca, Maio 2018
2 Google/Heart+Mind Strategies, “Getting Things Done on Mobile,” n=1,847, EUA, A18+ usuários de smartphones, Dez. 2017.
3 Pesquisa Google, Webpagetest.org, amostra 11M domínios mWeb globais carregados em conexão 4G, Jan. 2018.
4 SOASTA, The State of Online Retail Performance, Abr 2017.
5 Econsultancy e Google, Marketing and Measurement Survey, n=514 executivos de marketing e métricas de empresas dos EUA com receita superior a $250M, Março 2017.